EUA reforçam presença militar em meio a conflitos com Venezuela e Colômbia
O posicionamento militar agressivo dos EUA no Caribe, com múltiplos ataques a navios e o envio de recursos de guerra, eleva o risco de confronto
Publicado em: 15/11/2025 às 10:27 | Atualizado em: 15/11/2025 às 10:27
A crise na América Latina iniciada pelo governo de Donald Trump se intensifica rapidamente com o reforço da presença militar dos Estados Unidos da América (EUA) na região do Caribe. Aeronaves F-35, navios de guerra e um submarino nuclear foram enviados pelos EUA que acusa a Venezuela de ligações com o comércio ilegal de drogas.
O posicionamento militar, justificado como uma missão de combate a cartéis, ocorre após dois meses de ataques letais a barcos na costa venezuelana e no Pacífico, totalizando dez ofensivas.
Um grupo de ataque de porta-aviões, o Gerald Ford, juntou-se ao contingente na América Latina, trazendo consigo mais de 75 aeronaves militares e 5.000 soldados.
Em meio a essa escalada, o presidente Donald Trump sugeriu que uma decisão sobre possíveis ações militares contra a Venezuela será anunciada em breve. “Eu não posso dizer o que seria, mas eu meio que me decidi” sobre a Venezuela, declarou Trump.
Além do confronto direto com o ditador venezuelano Nicolás Maduro, que acusa Trump de buscar uma mudança de regime, as tensões se estenderam à vizinha Colômbia.
O presidente colombiano, o esquerdista Gustavo Petro, e Trump têm trocado acusações: o americano chamou Petro de “líder das drogas ilegais” e impôs sanções, enquanto o líder colombiano acusou os EUA de cometer assassinato nos ataques.
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