Tornado deixa cinco mortos e centenas de feridos no Paraná
Fenômeno atingiu principalmente Rio Bonito do Iguaçu e Guarapuava; mais de 400 pessoas foram atendidas e equipes seguem em busca de desaparecidos.
Da Redação do BNC Amazonas
Publicado em: 08/11/2025 às 07:28 | Atualizado em: 08/11/2025 às 07:28
Um tornado que atingiu o Sul do país na noite de quinta-feira (7) deixou um rastro de destruição em municípios do centro-oeste do Paraná. Segundo a Defesa Civil estadual, ao menos cinco pessoas morreram e 432 precisaram de atendimento médico, das quais nove estão em estado grave.
O fenômeno provocou grandes estragos em Rio Bonito do Iguaçu, cidade localizada a cerca de 381 quilômetros de Curitiba, uma das mais atingidas. Como informa o Uol.
Quatro das mortes foram registradas no município, e a quinta em Guarapuava, a 256 quilômetros da capital. A Defesa Civil informou ainda que duas pessoas estão desaparecidas e que o número de vítimas pode aumentar nas próximas horas.
“Equipes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros já estão mobilizadas fazendo atendimentos e levantamentos junto às prefeituras e autoridades municipais”, informou o governo do Paraná em nota oficial. Entre os feridos graves, alguns precisaram passar por cirurgias em hospitais da região.
O estado já contabilizava 14 cidades em situação de emergência até ontem. Desde o início de novembro, o Paraná enfrenta fortes chuvas, vendavais e tempestades de granizo, que vêm causando prejuízos e desabrigando famílias.
Diante do cenário, o governo estadual anunciou ações emergenciais para liberação de recursos, apoio humanitário e reconstrução das áreas afetadas.
O ciclone extratropical que deu origem ao tornado também atingiu partes do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram cenas de destruição, como casas destelhadas e ventos intensos no município catarinense de Dionísio Cerqueira, na divisa com o Paraná.
O governo do estado orienta que a população siga as recomendações das autoridades e evite circular por áreas afetadas até que as condições climáticas melhorem.
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Foto: divulgação
