Metade de postos suspeitos de atuar para PCC não tem bandeira
Com isso, facilita o disfarce de movimentações financeiras e dificulta o rastreamento da origem dos recursos.
Da Redação do BNC Amazonas
Publicado em: 04/10/2025 às 11:56 | Atualizado em: 04/10/2025 às 11:57
Entre os 251 postos em quatro estados do país, a maioria em São Paulo, investigados pela operação Carbono Oculto, 127 suspeitos de atuar para o Primeiro Comando da Capital (PCC) operam sem bandeira.
Dessa forma, segundo investigadores, facilita o disfarce de movimentações financeiras e dificulta o rastreamento da origem dos recursos.
Os demais estabelecimentos estão vinculados às distribuidoras Ipiranga (52), Rodoil (33), BR Petrobras (29) e Shell (12). Nenhuma dessas companhias, no entanto, foi alvo direto da operação, segundo o Ministério Público.
Conforme o g1, s números foram identificados em um cruzamento feito pelo portal de notícias entre dados da operação Carbono Oculto e a lista de estabelecimentos ativos da Agência Nacional do Petróleo (ANP).
A maioria dos postos (233) fica em São Paulo, principalmente na Grande SP e na Baixada Santista. Outros 15 estão em Goiás, 1 em Minas Gerais e 2 no Paraná.
Segundo as investigações, o PCC usa os postos de combustíveis para lavar dinheiro de outros crimes.
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Foto: reprodução
