PT define Marcelo Ramos, e Lula terá dois candidatos ao Senado no Amazonas
Partido dos Trabalhadores bate o martelo sobre apoios ao Senado e oficializa nome em conjunto com aliados, ampliando palanque no Amazonas para eleições de 2026.
Publicado em: 03/03/2026 às 06:49 | Atualizado em: 03/03/2026 às 06:49
O Partido dos Trabalhadores (PT), legenda do presidente Lula da Silva, definiu nesta semana um amplo rol de apoios para a eleição ao Senado Federal em 2026.
Como resultado, a sigla incluiu o nome do ex-deputado federal Marcelo Ramos (PT-AM) como candidato no Amazonas, segundo levantamento da coluna de Milena Teixeira, do Metrópoles.
Na lista internalizada pelo PT aparece o nome de Marcelo Ramos entre os candidatos pelo próprio partido.
Essa definição reafirma a estratégia da sigla de expandir sua base no Congresso Nacional e reforçar palanques em todos os estados brasileiros ao longo do calendário eleitoral de 2026.
O PT também selou apoio a outros nomes que buscam renovar ou conquistar assentos no Senado, tanto dentro da própria legenda quanto entre aliados políticos de partidos da base governista. Ou seja, já bateu o martelo em ao menos 27 candidaturas ao Senado que pretende formalizar ou apoiar.
No caso do Amazonas, a definição de Marcelo Ramos cria um cenário singular: Lula terá dois candidatos no estado — um pelo PT e outro apoiado pela base aliada.
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Ramos e Braga
Além de Ramos, o PT engloba na sua articulação o apoio ao senador Eduardo Braga (MDB-AM), figura tradicional da política amazonense e também aliado do presidente.
Essa configuração coloca Lula em posição relativamente confortável na campanha senatorial amazonense, ao contar com candidaturas tanto do seu próprio partido quanto de aliados estratégicos na região.
Assim, a pluralidade de nomes também reflete o esforço do PT em construir um arco de alianças mais amplo para 2026, diante de um Congresso cada vez mais fragmentado e competitivo.
A princípio, Marcelo Ramos já havia manifestado interesse em disputar uma vaga no Senado e reforçado seu compromisso com o projeto político do presidente. Agora entra de fato na corrida eleitoral.
Dessa maneira, com o calendário eleitoral se aproximando e estratégias de palanque em plena construção, o PT segue articulando seus nomes e apoios para consolidar espaço no Senado. Trata-se de uma tentativa de ampliar sua influência legislativa para o próximo ciclo político e defender a agenda do governo federal em Brasília.
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Foto: Pablo Brandão/PT/divulgação
