Conselho federal quer barrar registro de 13 mil médicos incluindo os da Fametro e Nilton Lins

Sindicato no Amazonas apoia ideia da entidade reguladora da profissão para oriundos de faculdades mal avaliadas na formação

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Da Redação do BNC Amazonas

Publicado em: 22/01/2026 às 19:18 | Atualizado em: 22/01/2026 às 19:18

O Conselho Federal de Medicina (CFM) articula medidas jurídicas para impedir o registro de médicos formados em cursos com baixo desempenho no Enamed. A iniciativa pode atingir mais de 13 mil egressos no país.

No Amazonas, a Fametro e a Nilton Lins receberam nota 1 na avaliação. Sem o registro no conselho, os formados não podem exercer a profissão.

O presidente do Sindicato dos Médicos do Amazonas (Simeam), Mario Vianna, declarou apoio à proposta.

“O Brasil está com mais escolas médicas do que a China, virou um comércio, e os resultados estão aparecendo por aí na prática médica inadequada”.

O presidente do CFM, José Hiran Gallo, afirmou ser “muito tenebroso colocar pessoas que não têm qualificação para atender” e informou que a medida já está sob análise jurídica.

“As punições previstas pelo MEC, como suspensão de vagas e fiscalização, são insuficientes e limitadas”.

A discussão também reacende o debate sobre a criação de um exame de habilitação para médicos, defendido pelo sindicato como forma de elevar a qualidade do ensino.

Saiba mais em A Crítica.

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