No Lula 3, mais de 17 milhões de brasileiros saíram da pobreza
Como os programas sociais e de renda amenizaram o cenário devastador deixado por Bolsonaro
Publicado em: 12/01/2026 às 21:02 | Atualizado em: 12/01/2026 às 22:21
Um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) aponta que, entre 2022 e 2024, cerca de 17,4 milhões de brasileiros saíram da pobreza e passaram a integrar as classes A, B e C.
O avanço levou o país ao maior nível histórico de ascensão social desde 1976, com 78,18% da população concentrada nessas faixas de renda em 2024, segundo dados da PNAD Contínua.
De acordo com a FGV, o ritmo de mobilidade social no período foi 74% mais acelerado do que o registrado entre 2003 e 2014.
A parcela da população nas classes A, B e C cresceu 8,44 pontos percentuais, impulsionada principalmente pelo aumento da renda do trabalho e por programas de transferência de renda, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
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A classe C respondeu por 60,97% da população, enquanto as classes A e B somaram 17,21%. Em contrapartida, as classes D e E atingiram os menores patamares já registrados, com 15,05% e 6,77%, respectivamente.
Segundo o diretor da FGV Social, Marcelo Neri, a geração de emprego e o fortalecimento da renda do trabalho foram os principais motores da ascensão social no período.
Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
