Exército recua e mantém Mauro Cid na ativa

Força decide adiar férias do delator de Bolsonaro e usa mecanismo de “agregação” para evitar retorno ao trabalho.

Mauro Cid escapa de nova prisão, mas é levado à PF por tentativa de fuga

Publicado em: 20/11/2025 às 07:22 | Atualizado em: 20/11/2025 às 07:24

O Exército mudou a estratégia sobre Mauro Cid. A cúpula decidiu adiar as férias do tenente-coronel e manter o delator de Jair Bolsonaro “agregado”, sem dar expediente, até que o Supremo Tribunal Federal finalize sua situação.

A Força tinha informado, no início do mês, que concederia 60 dias de férias ao militar. Buscava evitar o constrangimento de recolocá-lo em funções após a delação que atingiu colegas de farda.

No entanto, o Exército recuou. Agora, quer esperar o STF declarar a extinção da pena imposta a Cid — condenação de dois anos prevista no acordo de colaboração.

Leia na íntegra na coluna de Igor Gadelha, no Metrópoles.

Leia mais

Foto: Isac Nóbrega/Secom