Pastor ligado a Trump admite abuso sexual contra menina de 12 anos
Conhecido por atuar como “conselheiro espiritual” do presidente Donald Trump, Morris admitiu a culpa durante audiência no tribunal
Da Redação do BNC Amazonas
Publicado em: 03/10/2025 às 15:57 | Atualizado em: 03/10/2025 às 15:57
O pastor Robert Morris, de 64 anos, fundador da Gateway Church, uma das maiores megaigrejas dos Estados Unidos, confessou na última quinta-feira (2) ter abusado sexualmente de uma menina de 12 anos na década de 1980.
Conhecido por atuar como “conselheiro espiritual” do presidente Donald Trump, Morris admitiu a culpa durante audiência no tribunal de Pawhuska, em Oklahoma. Como informa o site DCM.
Como parte do acordo judicial, ele foi condenado a 10 anos de prisão, mas cumprirá apenas seis meses em regime fechado. O restante da pena será em liberdade condicional. Além disso, deverá se registrar como infrator sexual e pagar 250 mil dólares em restituição à vítima.
As acusações referem-se aos abusos cometidos contra Cindy Clemishere em 1982, quando Morris, então evangelista itinerante, morava com a família dela em Hominy, Oklahoma. Cindy, que relatou ter sofrido abusos por quatro anos, afirmou em depoimento emocionado que as agressões “atingiram todas as partes de sua vida”.
Leia mais em DCM.
Leia mais
Pastor faturou R$ 3 milhões no pix vendendo milagres e orações no zap
Foto: reprodução
