Amazonas concentra maioria dos 54 terminais hidroviários mantidos pelo Novo PAC
Estado abriga 51 das IP4 que receberão manutenção com investimento de R$ 572 milhões.
Publicado em: 25/02/2026 às 13:34 | Atualizado em: 25/02/2026 às 13:35
O Amazonas será o principal beneficiado pelo novo contrato de operação e manutenção de terminais hidroviários na região norte. Das 54 Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte (IP4) contempladas, 51 estão no estado.
O investimento total é de R$ 572,6 milhões, com recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), que contempla também duas em Rondônia (Cai n’Água e Guajará-Mirim) e uma em Roraima (Caracaraí). O contrato garante, por 730 dias, o funcionamento contínuo das estruturas.
Na prática, a medida assegura manutenção preventiva e corretiva, além da operação regular dos terminais. Em municípios onde o rio é a principal via de acesso, isso significa evitar paralisações e reforçar a segurança de embarques e desembarques.
Cidades como Parintins, Tefé, Itacoatiara, Manacapuru, Coari, Tabatinga, Humaitá e Lábrea dependem diretamente dessas estruturas para deslocamento, abastecimento e acesso a serviços públicos.
A execução ficará a cargo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), em parceria com o Ministério de Portos e Aeroportos.
Entre 2023 e 2025, os terminais movimentaram milhões de passageiros na região norte. Em 2024, foram 3,5 milhões de embarques e desembarques. Em 2025, o número chegou a 2,4 milhões.
Com a manutenção garantida, o governo busca consolidar a estabilidade do transporte fluvial, eixo central da mobilidade e da economia em grande parte do interior do Amazonas.
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Foto: divulgação/Chibatão
