Alberto Neto se põe como mais forte da direita no Amazonas para Senado

Além da força espontânea, Alberto Neto se destaca como o mais competitivo entre os candidatos alinhados ao presidente Bolsonaro no Amazonas

Publicado em: 01/12/2025 às 16:02 | Atualizado em: 01/12/2025 às 16:02

A nova pesquisa do Instituto de Pesquisas do Norte (Ipen) confirma que o nome do deputado federal Capitão Alberto Neto (PL-AM) é hoje o principal da direita amazonense e lidera a corrida ao Senado, representando a verdadeira mudança contra o grupo político que domina o estado há décadas .

O levantamento mostra Alberto Neto com 20,45% dos votos válidos no cenário 1 e chegando a 24,43% no cenário 2, consolidando-se como o único candidato capaz de enfrentar — e vencer — as velhas estruturas políticas que há anos comandam o Amazonas.

Além da força espontânea, Alberto Neto se destaca como o mais competitivo entre os candidatos alinhados ao presidente Bolsonaro no Amazonas, reunindo apoio do eleitorado conservador, cristão, das forças de segurança e da população que rejeita o projeto de poder da esquerda no estado.

A pesquisa reforça ainda o cansaço da população com o atual sistema e com os mesmos nomes que há 40 anos mandam no Amazonas, mostrando que uma mudança para o Senado federal é esperada visando a defesa de pautas e valores importantes como a Zona Franca de Manaus, a liberdade, a família e o desenvolvimento do Amazonas como um todo.

Baixa rejeição e crescimento

Segundo o Ipen, Alberto Neto mantém uma das menores rejeições entre todos os pré-candidatos, o que o coloca em posição privilegiada para ampliar votos ao longo da campanha. Já os demais candidatos listados, apresentam índices de rejeição consideráveis.

Direita competitiva

Com forte presença na capital e se consolidando no interior, Alberto Neto aparece como o único nome capaz de unir a direita amazonense em um palanque robusto, competitivo e alinhado aos valores defendidos pelo presidente Bolsonaro.

O estudo foi contratado pelo consórcio de portais do Amazonas G6 e entrevistou 1.504 eleitores em 12 municípios, com margem de erro de 2,52% e confiabilidade de 95%.

Foto: divulgação