Chefe da FDN acusa PF de adulterar provas da operação La Muralla, diz UOL

Publicado em: 10/04/2017 às 13:06 | Atualizado em: 10/04/2017 às 13:06

O detento Gelson Lima Carnaúba, um dos chefes da facção criminosa FDN (Família do Norte), pede que a Justiça Federal anule as ações penais da Operação La Muralla, sob a alegação de que as provas apresentadas foram obtidas maneira ilegal e depois adulteradas pela Polícia Federal (PF).

Deflagrada em novembro de 2015, a Operação La Muralla revelou a estrutura organizacional da FDN — o terceiro maior grupo criminoso do país. A investigação da PF interceptou ligações e cerca de 800 mil mensagens trocadas por  membros da facção, por meio do sistema Blackberry Messenger.

A advogada de Carnaúba, Paloma Gurgel, apresentou um laudo pericial no qual se afirma que o relatório de investigação apresentado pela PF e pelo Ministério Público Federal (MPF) “encontra-se viciado, impreciso e cheio de falhas”. Já ao MPF o Amazonas considera “que não há dados técnicos no referido documento e reitera a legalidade da operação e das provas colhidas no curso das investigações”.

Veja a reportagem do UOL.