Armada a primeira bomba fiscal de R$ 4,7 bilhões no governo Bolsonaro
Publicado em: 16/02/2019 às 08:58 | Atualizado em: 16/02/2019 às 09:43
A primeira bomba fiscal a estourar no governo do presidente Jair Bolsonaro é de R$ 4,7 bilhões neste ano na folha de pagamento de pessoal.
A armadilha ou pegadinha foi armada no Congresso Nacional que não votou a medida provisória que tratava do tema. Agora, perdeu a validade nos últimos dias. As informações são do Notícias ao Minuto, citando a Folhapress.
Assim, o governo desistiu de brigar pela suspensão do reajuste salarial de servidores públicos. Para rodar a folha de pagamentos ampliada, a União terá esse gasto bilionário.
Agora, membros da equipe econômica afirmam que não há mais como reverter o aumento salarial.
A proposta, apresentada pelo ex-presidente Michel Temer, poderia ajudar o novo governo a aliviar as contas e reduzir o rombo fiscal, atualmente previsto para encerrar o ano em déficit de R$ 139 bilhões. Esta foi a segunda tentativa fracassada de adiamento.
Editada em setembro do ano passado, a MP foi ignorada no Congresso e sequer passou pela análise de comissão, etapa que antecede a votação nos plenários da Câmara e do Senado.
O texto tinha o objetivo de adiar para o ano que vem o pagamento de parcela de reajustes concedidos em 2015 e 2016 para servidores de 21 áreas do governo. Leia mais aqui.
Foto: Reprodução/depositphotos
