Âmbar assume Amazonas Energia e inicia nova fase da distribuidora
Com a conclusão da transferência de controle, empresa passa a se chamar Âmbar Energia; prioridade da nova gestão é a melhoria dos serviços e o reequilíbrio financeiro
Da Redação do BNC Amazonas
Publicado em: 14/04/2026 às 14:33 | Atualizado em: 14/04/2026 às 14:34
A Amazonas Energia agora é Âmbar Energia. Agora, o setor no Estado faz parte do maior grupo empresarial brasileiro. A transferência de controle da distribuidora de energia que atende o Amazonas foi aprovada por todos os órgãos competentes e concluída na última sexta-feira, dia 10. Com isso, marca o início de uma nova fase para o serviço de distribuição de energia no Amazonas.
A nova gestão assume com o compromisso de melhorar a qualidade dos serviços prestados à população. Sua base de funda em três frentes estratégicas: modernização da rede de distribuição, aumento da eficiência operacional e reequilíbrio econômico-financeiro.
Sobre a Âmbar Energia
Com 11 anos de atuação no setor energético, a Âmbar é atualmente uma das maiores geradoras de eletricidade do país. Ela possui 59 usinas, 12 estão no Amazonas. A empresa integra o grupo J&F, um dos maiores conglomerados empresariais brasileiros, com 73 anos de atuação em setores como alimentos, mineração e celulose. O grupo está presente em mais de 20 países. Ele conta com mais de 300 mil colaboradores e registrou receita líquida superior a R$ 500 bilhões em 2025.
“O grupo J&F tem um histórico consistente na transformação de negócios desafiadores. Por isso, assumimos com segurança o compromisso de atuar com respeito e promover melhorias contínuas para toda a população amazonense, tanto na capital quanto no interior”, afirma João Pilla (foto do post), presidente da Âmbar Energia na área de Distribuição. Pilla possui mais de 40 anos de experiência no grupo J&F, tendo liderado a área de Tecnologia antes de assumir a empresa no Amazonas.
A evolução da companhia será monitorada por meio de indicadores de qualidade dos serviços e de sustentabilidade econômico-financeira. A transferência de controle teve aprovação pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), pelo Ministério de Minas e Energia e pela Justiça Federal, como parte da solução para a recuperação da distribuidora.
Foto: Divulgação/Judah Levi
