Cabeça de bacalhau mandou explodir balsas no AM
O defensor público geral do Amazonas, Rafel Barbosa, disse que o processo tem réu, mas que não tem processo nem juiz. Muito menos ordem
Publicado em: 01/10/2025 às 14:30 | Atualizado em: 01/10/2025 às 14:40
Está ficando estranho o pós-espetáculo de explosão de balsas de garimpeiros no Sul do Amazonas. Até agora, ninguém sabe de onde partiu a ordem para que a Polícia Federal e a Força Nacional de Segurança destruíssem centenas de drogas de extração de ouro no rio Madeira, há duas semanas.
Pelo menos foi o que disse o defensor Público-Geral do Amazonas, Rafael Barbosa. O estranhamento foi em entrevista ao jornalista Jefferson Coronel, no programa Meio-dia, da Onda Digital.
Pelo que supôs Rafael, só pode ter sido uma cabeça de bacalhau. “Eu até tinha medo de que alguém fizesse essa pergunta, porque ninguém sabe quem deu a ordem para essa operação. É um processo que tem réu, a comunidade do Sul do Amazonas, de Humaitá até Manicoré, tem execução, nós vimos os helicópteros, as bombas, as explosões (das drogas); mas não tem processo, não tem juiz, não tem ordem“.
Essa informação está na coluna do Cristo desta quarta-feira, dia 1º de outubro.
A coluna de hoje também destaca o troca-troca de cadeiras na Câmara Municipal de Manaus e na Assembleia Legislativa do Estado, com a saída da da Casa da deputada Joana D’arc (União). A Parlamentar vai deixar o Legislativo para assumir cargo no governo Wilson Lima.
A coluna ainda fala da vereadora Betinha, de Borba, que fez discurso em defesa da violência contra a mulher. A coluna diz que o caso exige punição.
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Arte: Gilmal
